Os quatro operadores móveis japoneses assinaram um memorando de entendimento para um estudo conjunto sobre a viabilidade técnica de alargar a cobertura mmWave através de infra-estrutura partilhada — estações-base, repetidores e «outros activos relacionados» — e sobre modelos operacionais eficientes para a gerir, sublinhando que cada um continuará a implantar equipamento próprio. Justificam-no com as características de propagação da banda: a atenuação e o bloqueio por obstáculos exigem «um grande número de estações-base», tornando a expansão rápida «um desafio de toda a indústria». O mmWave ficou à margem desde que a indústria se concentrou nos 3,5 GHz — no Reino Unido o leilão de 28/40 GHz não passou do preço de reserva de 39 M£ — mas o foco em 5G-Advanced e reforços de capacidade pode devolver-lhe relevância.