MEO confirma que foi um ataque DDoS em três vagas (00h45-02h55, 17h30-19h30 e 22h45-01h05) contra a rede internacional; as quebras de sessões BGP foram «consequência do ataque e não a sua causa» e o incidente foi reportado ao CNCS
A análise técnica das equipas de engenharia, operações e cibersegurança da MEO, baseada em telemetria, monitorização de tráfego e nos mecanismos de mitigação activados, conclui que os incidentes de segunda-feira e madrugada de terça foram um ataque distribuído de negação de serviço dirigido a infra-estrutura específica da rede internacional, com «elevados volumes de tráfego» que provocaram congestionamento e degradação temporária no acesso a sites e serviços suportados em trânsito internacional. A operadora liderada por Ana Figueiredo esclarece que a instabilidade nos encaminhamentos BGP foi efeito e não origem do problema, garante que «não ocorreu qualquer intrusão» nem acesso a dados, diz o serviço estabilizado e mantém articulação com o Centro Nacional de Cibersegurança, parceiros tecnológicos e comunidade técnica.
Ler mais →